sexta-feira, 28 de setembro de 2012

GRAFITISMO – Arte ou vandalismo? - por Augusto Martins - Publicado em «Tema da Semana» no site da Facebook - «Faro, Costumes e Tradições».

 
GRAFITISMO – Arte ou vandalismo? - por Augusto Martins -  Publicado em «Tema da Semana» no site da Facebook - «Faro, Costumes e Tradições».
 
Grafitti, Grafite ou grafito é o nome dado às inscrições feitas em paredes, que remontam ao Império Romano.
Considera-se normalmente grafitti uma inscrição caligrafada ou um desenho pintado ou gravado sobre um suporte que não é normalmente previsto para esta finalidade.

Durante muito tempo visto como um assunto irrelevante ou mera contestação, actualmente o grafitti já é considerado como forma de expressão incluída no âmbito das artes visuais, mais especificamente, da street art ou arte urbana - em que o artista aproveita os espaços públicos, criando uma linguagem intencional para interferir na cidade.
Entretanto também há quem não concorde, comparando o grafitti com os actos de destruição do património público praticados por vândalos.

Normalmente distingue-se o grafitti, de elaboração mais complexa, da simples inscrição, quase sempre considerada como contravenção. No entanto, muitos grafitistas respeitáveis admitem ter um passado de rabiscadores.
 
A partir do movimento contra cultural de maio de 1968, quando os muros de Paris foram suporte para inscrições de carácter  poético - político, a prática do grafitti generalizou-se por todo o mundo, em diferentes contextos, tipos e estilos, que vão do simples rabisco ou de tags repetidas ad nauseam, como uma espécie de demarcação de território, até grandes murais executados em espaços especialmente designados para tal, ganhando status de verdadeiras obras de arte.
 
Os grafittis podem também estar associados a diferentes movimentos e tribos urbanas, como o hip-hop, e a variados graus de transgressão.
 
 
 
 

 
 

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Crónicas e ficções soltas - Alcoutim - Recordações XXXVII - Por Daniel Teixeira - As cilhas

 
Crónicas e ficções soltas - Alcoutim - Recordações XXXVII - Por Daniel Teixeira - As cilhas
 
Por vezes posso dar a impressão que partilho daquela ideia citadina de que os montanheiros trabalham pouco (ou quase nada, nalgumas afirmações) porque quando vamos a uma aldeia ou Monte um pouco antes da hora do almoço e logo depois desta hora os encontramos normalmente sentados nos poiais das suas casas, ou no caso também nos poiais das tabernas, isto sobretudo no Verão que é quando o pessoal se aventurava a andar por lá de carro.

Os caminhos de terra batida eram muitas vezes autênticos lagos no Inverno, a visão do estado da estrada por debaixo do lençol de água era necessária e não a havia e era frequente entre covas e pedras haver uma porradas valentes na parte de baixo do carro que mesmo blindados não chegavam para as encomendas. Ainda amolguei uma dessas chapas uma vez, mesmo indo a passo de boi e era uma chatice maior porque não havia material para as endireitar (prensas) provisoriamente e acabavam por ficar a ferir as partes interiores do material mais sensível que essas chapas tinham por função proteger.
 
Por isso, e não só, no meu caso, as viagens eram feitas sobretudo em período fora das chuvadas o que apanhava muitas vezes o pino do Verão e era então que encontrávamos o pessoal todo abrigado da calma, à sombra ou mesmo dormindo a sesta o que podia ter lugar em qualquer lado que não nos entortasse muito as costas. Os poiais eram o supra sumo da soneca, com largura a jeito e comprimento a gosto, com as mãos atrás da cabeça a fazer de travesseiro era uma categoria mesmo.

Bem, como já escrevi noutras crónicas o pessoal nestas alturas levantava-se extremamente cedo, por vezes faziam-se a caminho ainda de noite de forma a chegar ao alvorecer às hortas e quando se chegava lá ou pelo caminho tinha-se oportunidade de sentir e ver por vezes uma variedade grande de bicharada «exótica», desde os fugidios coelhos aos não menos assustadiços furões. Para cobras ainda era cedo mas havia por lá autênticas pitons que embora não estivessem ali senão a tratar da sua vida eram um pouco assustadoras e bem camufladas nas suas cores que quase as pisávamos.
 
 
 

 
 

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Euclides Cavaco Faz 4 apresentações do seu livro TERRAS DA NOSSA TERRA na região de Lisboa

Euclides Cavaco
Faz 4 apresentações do seu livro
TERRAS DA NOSSA TERRA
este fim de semana na região de Lisboa
Sexta Feira dia 1 de Junho às 20:00 horas
Hotel Real Palácio – Lisboa
Sábado dia 2 de Junho às 16:00 horas
Auditório do Alto do Moinho – Corroios
Sábado dia 2 de Junho às 20:00
Restaurante Petisqueira II – Amora
Domingo dia 3 de Junho às 15:30 horas
Auditória da Junta de Freguesia - Amora
A sua distinta presença será uma honra para mim
POR FAVOR PARTICIPE AOS SEUS AMIGOS
Muito obrigado


Euclides Cavaco
ecosdapoesia@hotmail.com

terça-feira, 8 de maio de 2012

TERRAS DA NOSSA TERRA NOVO LIVRO DE EUCLIDES CAVACO

Euclides Cavaco
Tem o grato prazer de informar os seus amigos e leitores
que editou e  vai  lançar o seu novo livro
TERRAS DA NOSSA TERRA
em Portugal,  nos locais e datas a seguir indicados:

Maio
17 – MIRA  21:00 –  Biblioteca Municipal
18 – AVEIRO 17:30 – Sala do Plenário da Assembleia Municipal (antiga Capitania)
18 – ESGUEIRA 21:30 –  Centro Cultural de Esgueira
19 – AVEIRO 21:30 - Hotel Moliceiro –– Apresentação e convívio
23 – LISBOA 16:00 horas - Academia de Cultura e Cooperação 
26 – Local a ser confirmado e anunciado
27 – LISBOA 16:00 - Associação Portuguesa de Poetas -  Casa das Beiras
Junho
1 – LISBOA 20:00 - Hotel Real Palácio   
2 – CORROIOS  16:00  - Centro Cultural do Alto do Moinho 
3 – AMORA  15:00 - Auditório da Junta Freguesia 
6 – LISBOA 15:00 - Sporting Clube de Portugal  Salão VIP  – Estádio José Alvalade
7 ou 8 – COSTA CAPARICA – A ser confirmado
9 –  ALCOCHETE  16:00 - Galeria Paços do Concelho , organização Casa da Malta  – com fados
16 – LISBOA 18:00 - Movimento Internacional Lusófono – na sede do MIL
Julho
8 – MONTE GORDO / VRSA – Local e hora a confirmar

Convites com endereços e mais pormenores serão enviados separadamente
com antecipação para cada apresentação do livro, mas considere este email
como um convite formal para si e para quem deseje trazer consigo.
POR FAVOR PARTICIPE AOS SEUS AMIGOS

Livros à venda on line: 
http://www.bertrand.pt/ficha/terras-da-nossa-terra?id=12851435
http://www.wook.pt/ficha/terras-da-nossa-terra/a/id/12851435

Livrarias: 
Bertrand – Wook – Alêtheia – Pó dos Livros - Lofersil

Mais informações ou endereços através do email de Portugal: 
ecosdapoesia@hotmail.com

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Papo de Escritor e lançamento do livro Fatos e Retratos de Varenka de Fátima Araújo

Papo de Escritor e lançamento do livro Fatos e Retratos

A União Brasileira de Escritores-UBE/BA promove neste sábado, dia 5 de maio, a partir das 9h30, na Biblioteca Pública Thales de Azevedo, no Costa Azul, a terceira edição de 2012 do projeto Papo de Escritor, com os escritores José da Boa Morte- poeta, escritor, educador, autor dos livros “Gotas de Inverno” e “Amor e Risos sem Fronteiras” e Varenka de Fátima Araújo - figurinista da UFBA, formada em Direção Teatral, artista plástica, poetisa e escritora, autora do livro “Ela em Versos”.
Na ocasião a escritora Varenka de Fátima lançará seu segundo livro solo “Fatos e Retratos”, obra que na apresentação, o jornalista Valdeck Almeida de Jesus, antecipa que o livro é “recheado de contos, crônicas e poesia entremeada de alegria, energia positiva, vontade de viver e de se perpetuar no universo literário brasileiro”.
Durante o encontro, que terá a medição do escritor e jornalista Roberto Leal, o público além de conhecer as obras e trajetória dos autores convidados, poderão adquirir livros publicados pela Editora Òmnira e revistas do Movimento Cultural ARTPOESIA, que já está na edição de número 99 e ainda este mês lançará a edição histórica de nº 100, um marco em publicações literárias na Bahia.
O Papo de Escritor começou em junho de 2011 e ocorre a cada dois meses, sempre trazendo escritores contemporâneos associados da UBE, para participar de um bate-papo com o público, com a finalidade de abrir um diálogo entre os leitores e os artistas da palavra. O objetivo principal é a popularização da cultura literária, através de eventos que incentivem a leitura, especialmente de obras dos escritores convidados.
Serviço:
O quê: Papo de Escritor, com José da Boa Morte e Varenka de Fátima Araújo
Onde: Na Biblioteca Pública Thales de Azevedo – Rua Adelaide Fernandes da
Costa, s/n – próximo do Parque Costa Azul, Salvador – BA
Quando: Dia 05 de maio (sábado), das 9h30 às 12h
Livro: Fatos e Retratos – Editora Sucesso, 100 páginas. Preço de capa R$ 20
Entrada: Franca
Informações: 71 8146-0940