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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

A LENDA DA PRIPIOCA - Por Antônio Carlos Affonso dos Santos - Acas

 
A LENDA DA PRIPIOCA - Por Antônio Carlos Affonso dos Santos - Acas
 
A pripioca ou piripirioca (Cyperus articulatus L.), é uma espécie ciperácea, aromática e medicinal, que ocorre natural na Amazônia. Da mesma família do junco e do papiro, suas raízes exalam uma fragrância incomum, leve, amadeirado e picante.
 
Um dos perfumes mais tradicionais da região amazônica, atualmente, seu óleo essencial é bastante valorizado na indústria farmacêutica e cosmética.
 
O Brasil é um dos países com maior diversidade vegetal no mundo. Dentre as inúmeras espécies catalogadas, podem ser encontradas plantas com diferentes propriedades de uso, tais como as aromáticas ou produtoras de óleos essenciais, as medicinais mais amplamente conhecidas, as fibrosas, as oleaginosas, as utilizadas na culinária, na ornamentação, na alimentação e como corantes.
 
Muitas essências brasileiras estão presentes em perfumes mundialmente famosos, inclusive o famoso «CHANEL Nº 5», dentre outros. Entendi essa coleção de selos emitidos pelos correios, como divulgação de um fato, mas também como um incentivo à preservação dessa planta aromática (PRIPIOCA), o que ajuda também na preservação de todas as demais.
 
A priprioca (Cyperus articulatus L.), da família das Cyperaceae, comum na Amazônia, é uma espécie rizomatosa, com pequenas flores nas extremidades dos caules. Sua aparência, despida de qualquer exuberância, não revela a «fragrância» contida em seus rizomas, utilizada pela população cabocla e indígena da região em perfumes e cosméticos, em banhos perfumados, ou como remédio. Seu nome é originário da língua tupi: piripiri - junco pequeno e oca - casa.
 
 
 
 
 

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

O camaleão se veste de verde - Haroldo P. Barboza

 
O camaleão se veste de verde - Haroldo P. Barboza 
 
Há muitos anos a região amazónica é cobiçada pelos abutres internacionais. Enquanto não conseguem loteá-la entre si oficialmente, regularmente já praticam estupro contra a natureza local, arrancando-lhe das entranhas, todas as virtudes que possam ser transformadas em moeda, para saciar a fome de ganância que domina seus espíritos desprovidos de compaixão.
 
Saqueiam nossas árvores e pedras vorazmente pela madrugada e pregam a defesa da flora durante o dia, através da imprensa bem doutrinada e de ONG's patrocinadas que mapeiam a região de forma dissimulada para ajudar satélites que não enxergam através das árvores.
 
Claro que temos de excluir as entidades (em número menor?) que efectivamente trabalham em prol da preservação do ambiente. Mas como actuam em silêncio, são envolvidas pelas perniciosas. Depois de arrasarem suas próprias reservas florestais em nome do progresso durante dezenas de anos em busca de riquezas, voltaram seus desejos para nosso património. De repente, criaram ONG’s de protecção (?) à nossa flora e fauna. Só não explicam porque hipocritamente compram animais e madeiras que saem daqui pelo contrabando.
 
Nos últimos 10 anos, estão tratando de apressar as acções que possam lhes dar alguma garantia de poderem explorar esta rica área de forma legal. Nos empurraram um tal de SIVAM, rotulado de vigia electrónico, para impedir a livre acção de contrabandistas (nos dois sentidos) em nossas fronteiras, quando na verdade estavam fotografando com altos recursos tecnológicos, nosso subsolo produtivo. Todas as reservas minerais já estão mapeadas.
 
Mais recentemente, os mapas escolares americanos, não mostram o Amazonas como Estado brasileiro, mas sim, região internacional de protecção à natureza. Quer dizer, esta terra deixou de ter dono. Será de quem primeiro chegar aqui dentro de uns 2 anos e executar alguma «benfeitoria»??. Depois, cada país cuja ciência esteja avançada, terá direito a um laboratório na região. Talvez permitam que o Brasil possa montar uma barraca de venda de coco gelado e acarajé aos técnicos estrangeiros aqui em trânsito.
 
 
 
 
 

 

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

A Vida na Floresta Amazónica e suas Lendas - O MITO DO BOTO

 
A Vida na Floresta Amazónica e suas Lendas - O MITO DO BOTO
 
Este mito tem a sua origem no boto-cor-de-rosa, um mamífero muito semelhante ao golfinho, que habita a bacia do rio Amazonas, e também pode ser encontrado em países, tais como: Bolívia, Colômbia e Venezuela. As diferenças básicas são as seguintes: o golfinho vive no mar, e o boto vive em água doce, o golfinho tem cor acinzentada e o boto pode ser acinzentado, preto ou possuir cor avermelhada.
 
A inexistência no Brasil de dados mais concretos até o século XVIII, faz supor que o mito seja de origem branca e mestiça, com projecções nas culturas indígenas e ribeirinhas.
 
A lenda do Boto é no mínimo interessante. Ela está ligada aos ribeirinhos, às festas juninas, quando são comemorados os aniversários de São João, Santo António e São Pedro, a população ribeirinha da região amazónica celebra estas festas dançando quadrilha, soltando fogos de artifício, fazendo fogueiras e degustando alimentos típicos da região.
 
Para essas festividades as moças colocam os seus trajes mais bonitos, se enfeitam e aproveitam para namorar enquanto os seus pais conversam distraídos e alheios a tudo.
 
Reza a lenda, que nessas noites, geralmente de luar o boto-cor-de-rosa sai do rio transformando-se num jovem elegante e belo, beberrão e bom dançarino, muito bem vestido trajando roupas, chapéu e calçados brancos.
 
O chapéu é utilizado para ocultar (já que a transformação não é completa) um grande orifício no alto da cabeça, feito para o boto respirar. E é graças a este facto que, durante as festividades de junho, quando aparece um rapaz usando chapéu, as pessoas lhe pedem para que ele o retire no intuito de se certificarem de que não é o Boto que ali está.
 
 
 
 
 

 

A Vida na Floresta Amazónica e suas Lendas

 
A Vida na Floresta Amazónica e suas Lendas
 
 
Os habitantes originais da floresta Amazónica, os índios, ainda moram lá. Alguns vivem em tribos isoladas, como seus ancestrais, todavia muitos destes adoptaram um meio de vida semelhante ao ocidental.
 
As crianças Kaxinawá, um dos maiores grupos étnicos que vivem atualmente na Amazónia, vestem roupas de algodão e aprendem na escola o idioma português e sua lingua, o kaxinawá. 
 Eles conservam seus costumes tradicionais: as meninas gostam de fazer pulseiras e colares de sementes e pedrinhas, assim como artesanato. Os meninos gostam de pescar e caçar com seus pais.
 
Nas florestas, também vivem muitas famílias de agricultores e seringueiros. Os seringueiros vivem da extração da borracha da seringueira, árvore típica da região, que produz o látex (usado para fazer a borracha), por isso, essas famílias moram bem no meio da floresta, porque é lá que estão às referidas árvores.
 
As crianças têm que andar muitos quilómetros para ir à Escola. As casas na Amazónia são construídas de madeira e barro e os telhados são feitos de palha ou zinco.
 
 As pessoas dormem em redes. Quando escurece, a única luz é dos lampiões de querosene, pois, na floresta não há luz elétrica. As crianças não vêem televisão e nem jogam videogame, mas se divertem, jogando peteca e tomando banho em igarapés (rios).
As lenda da Amazônia são heranças dos índios, os primeiros habitantes do Brasil. Algumas modificaram-se com a chegada dos portugueses e hoje fazem parte do Folclóre brasileiro.
 

 Leia este tema completo a partir de 8/10/2012