Mostrar mensagens com a etiqueta Luis da Mota Filipe. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Luis da Mota Filipe. Mostrar todas as mensagens

domingo, 21 de julho de 2013

Poemas de Luis Da Mota Filipe - As árvores morrem de pé; Na doçura das palavras

http://static.blog4ever.com/2011/04/481789/artfichier_481789_1511201_201212014500442.gif
Poemas de Luis Da Mota Filipe - As árvores morrem de pé; Na doçura das palavras        
 
As árvores morrem de pé    

Outrora foi vida  
Mais que amada; desejada  
Mais que folheada; floreada  
Mais que verdejante; refrescante  
Uma princesa da floresta  
Uma rainha da sombra  
Foi vida…vivida E deu imenso  
E tanto que ofertou  
Sempre presenteou…tanta vida!  
Agora nua e triste  
é um resto de tronco escuro  
Despida num casco enrugado  
Carregado de fendas  
São as marcas de um passado  
Agora…ali, em tons de secura profunda  
Habita apenas a solidão e o abandono  
Hoje…somente, um palco de cortes  
Um misto de golpes  
Um punhado de rasgos  
Já não vive das estações do ano  
Desconhece a chuva, sol e vento  
Habitando nela apenas…o silêncio!
 
Leia este tema completo a partir de 15 de Julho carregando aqui.
 
 

 

domingo, 2 de junho de 2013

Poesia sobre o Dia Mundial da Criança - Luis Da Mota Filipe - POEMA: VIDAS ROUBADAS; Isabel Faria - Arco-íris; João P. C. Furtado - és simplesmente criança; Arlete Piedade - Dia Mundial da Criança; Sergio Antonio Meneghetti - Pés em Transformação

 
Poesia sobre o Dia Mundial da Criança
 
Luis Da Mota Filipe - POEMA: VIDAS ROUBADAS; Isabel Faria - Arco-íris; João P. C. Furtado - és simplesmente criança; Arlete Piedade - Dia Mundial da Criança; Sergio Antonio Meneghetti - Pés em Transformação 

Luis Da Mota Filipe
(Em dia Mundial da Criança)
POEMA: VIDAS ROUBADAS
 
Meninos,
Miúdos,
Gaiatos,
Garotos,
Catraios,
Rapazitos;
Deixá-los: Aprender
 
Isabel Faria
Hoje, dia Mundial da Criança, para todas elas, e para a "criança" que existe em nós!
Abraço fraterno!
Arco-íris
 
Vivo num arco-íris
De sete cores rodeada
Que alimentam os meus sonhos
Como num conto de fadas

Amarelo me ilumina
Dando brilho ao meu olhar
Anil, um tom encantado
O verde me lembra o mar

 
João P. C. Furtado
és simplesmente criança
 
Nasceu e não pediu para nascer
Tem direito a poder viver
E com saúde e amor crescer

Aos pais pediu apenas brinquedos e comida
E direito de ser bem-educada e acarinhada
Em circunstância alguma, jamais abandonada

A Guerra é tua e não dela certamente
Tu homem de perversa e doentia mente
Mas é ela quem sofre, infelizmente

Hoje é dela o grande e especial dia
Devia estar a rir de muita alegria
Mas triste estás e com melancolia

 
Arlete Piedade
Dia Mundial da Criança
 
Criança onde quer que estejas
na Asia, em Africa, na Oceânia
América, Europa... que desejas?
crescer e ser feliz, com alegria?

Mas com tanta desigualdade
espalhada pelo planeta Terra,
como encontrar essa felicidade
e sobreviver á luta e á guerra?

 Sergio Antonio Meneghetti
Pés em Transformação 
Para o Dia Mundial da Criança
 
Meus olhos fitam a pureza
Pureza em transformação
Quisera não passar o tempo e ter certeza
Certeza da alegria e comunhão

Vejo pequenos pés se deslocarem em todas as direções
Transportam, sustentam corpos se desenvolvendo,
Fabricando; o milagre da criação.

São ativas, crescendo, florescendo,
Neste plano terrestre
Gritando, pulando, brincando
Na fantasia em que se vestem

A delicadeza faz a magia do perfeito
Começam na minúscula porção celular
Condensam energias, mas parecem tudo gastar.



domingo, 5 de maio de 2013

Poesia e referência poética ao Dia das Mães - Irene Fernandes Abreu - (homenagem à minha mãe que faria hoje anos se fosse viva); José Carlos Moutinho - Mãe, querida mãe; POEMA: MÃE - Luis Da Mota Filipe

Poesia e referência poética ao Dia das Mães - Irene Fernandes Abreu - (homenagem à minha mãe que faria hoje anos se fosse viva); José Carlos Moutinho - Mãe, querida mãe; POEMA: MÃE - Luis Da Mota Filipe 
 
Irene Fernandes Abreu - (homenagem à minha mãe que faria hoje anos se fosse viva);
 
 A morte
 
 A morte é a curva da estrada,
 Morrer é só não ser visto.
 Se escuto, eu te oiço a passada
 existir como eu existo.
 
A terra é feita de céu.
 A mentira não tem ninho.
 Nunca ninguém se perdeu.
 Tudo é verdade e caminho.
 
 (Fernando Pessoa)
 
José Carlos Moutinho - Mãe, querida mãe
 
 Mãe, minha querida mãe
 sorrio-me na memória de ti
 dos teus olhos meigos
 e sorriso triste,
 Rosto de rugas cansadas,
 corpo vestido de preto
 luto eterno de uma vida viúva
 sofrida pelas dificuldades parceiras
do viver em duro caminhar!
 
POEMA: MÃE - Luis Da Mota Filipe
 
 Tu és paisagem de amor,
 Despertando o meu olhar,
 És a Primavera em flor,
 Sempre que te vou beijar;
 
És o Sol quente de verão,
 Dando luz ao meu caminho,
 És companheira em perfeição,
 Para nunca estar sozinho;
 
 As tuas palavras amigas,
 Ainda adoçam meu coração,
 Tais como as histórias antigas,
 Contadas por ti, com emoção;
 
 
 
 
 

 

Poesia sobre o Dia das Mães - Luís da Mota Filipe : MÃE - Maria Custódia Pereira : MÃEZINHA - Joel Lira : SAUDADES, MÃE. SAUDADES… - Cremilde Vieira da Cruz : A MINHA MÃE

Poesia sobre o Dia das Mães - Luís da Mota Filipe : MÃE - Maria Custódia Pereira : MÃEZINHA - Joel Lira : SAUDADES, MÃE. SAUDADES… - Cremilde Vieira da Cruz : A MINHA MÃE
 
 Luis da Mota Filipe
 
 MÃE
 
Tu és paisagem de sonho,
 Despertando o meu olhar,
 És a Primavera em flor,
 Sempre que te vou beijar;
 
És o Sol quente de verão,
 Dando luz ao meu caminho,
 Sempre a companheira e amiga,
 Para nunca estar sozinho;

Maria Custódia Pereira
 
MÃEZINHA
 
Hoje é o dia da Mãe
 Vim trazer-te esta flor,
 Aqui te deixo também
 Um beijinho cheio de amor.
 Meu coração ficou desfeito
 Desde o dia em que partiste,
 Guardo-te dentro do meu peito
 De onde tu nunca saíste.
 
Joel Lira
 
 SAUDADES, MÃE. SAUDADES…
 
Tive a sorte de ter tido a melhor Mãe do mundo,
Que me gerou no seu ventre com tanto amor!
 Nasci, fiquei logo a saber qual o valor,
 De ter uma mãe santa, de um amor profundo!
 Ensinaste-me a andar, a brincar e a correr,
 Por entre braços, alegrias, infinitas.
 Hoje, não sei dizer quais foram as mais bonitas,
 Entre os sonhos que o Sol te fez desaparecer!
 
Cremilde Vieira da Cruz
 
 A MINHA MÃE
 
Porque te quero assim
 Como tu és
 Porque nasci de ti
 E por quem és
 Quis fazer-te um poema
 Mas eu
 Que não mereço quem tu és
 E tenho pena
 Chorei
 E não te fiz o poema
 Chorei
 Por não ser capaz
 
 
 
 

 
 

domingo, 14 de abril de 2013

Poesia de Luís Da Mota Filipe - Acorda Irmão; Fieis Companheiros; Momentos Primaveris

 
Poesia de Luís Da Mota Filipe - Acorda Irmão; Fieis Companheiros; Momentos Primaveris
 
Acorda Irmão
 
 Acorda irmão…
 Ergue os teus braços ao céu,
 Bem altos, sublimes,
 Com vigor e determinação,
 Mesmo que julguem, alucinação;

Acorda irmão…
 Esvoaça veloz e libertino,
 Rasgando trevas, barreiras,
 E agita a bandeira da esperança,
 Deixando que te alcunhem de criança;

Acorda irmão…
 Entoa a pátria de Camões,
 Quer em verso, quer em prosa,
 Mesmo que por toda a cidade,
 Pensem que apenas vives de saudade;
 

Fieis Companheiros
 
 Amei e tive desilusões
 Pouco lastimei, mas sofri
 Fiz dos desgostos, canções
 Com os versos que escrevi

Canetas, lápis, papéis
 Cúmplices do meu coração
 Companheiros sempre fieis
 Nos momentos de reflexão

é neste estado d`alma maior
 Da arte de criar, escrevendo
 Que vou dia-a-dia vivendo
 

Momentos Primaveris
 
 Os momentos primaveris…
 Ganham vida noutras cores,
 Ficam vivos com mais tons,
 São tempos de mil amores,
 Doce suavidade de sons.

Os momentos primaveris…
 Fazem florescer paixões,
 Perfumando as nossas vidas,
 E dando luz aos corações,
 São desejadas e queridas.

 
Leia este tema completo a partir de 15 de Abril carregando aqui.
 
 

 
 

 

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Dois poetas, dois poemas - Luís Da Mota Filipe(Velho calendário) - Virgínia Teixeira (Peregrina)

                 
 
Dois poetas, dois poemas - Luís Da Mota Filipe(Velho calendário) - Virgínia Teixeira (Peregrina)

 Velho calendário



Sei que o relógio avança.
 No terreiro, Já me espera o champanhe, as passas e as lágrimas multicoloridas dispostas a adornarem o céu da cidade.
é ocasião de visitar os doze meses que o tempo arrastou, para o arquivo dos calendários desbotados.
 Neste meu mundo de reflexão, palmilho as folhas salpicadas de horas, dias, semanas, meses; de alegrias e choros, de bravos e derrotas, de amores e desenganos… marcas que teimosamente permanecem na memória individual e por vezes colectiva.
 Sofri e fiz sofrer,
 Errei e soube perdoar,
 Assisti à partida de amigos,
 E deixei ancorar no meu mar de sentidos novos companheiros.
 Falei e cantei,
 
 
Peregrina


Fitando a janela chora a cansada peregrina
 Encosta desamparada a cabeça no mármore gelado
E murmura baixinho doridas preces, lamentando a sua sina
Sabendo que ainda não encontrou o caminho almejado
 
Vislumbra o amanhecer lá fora, e o céu a clarear de mansinho,
 A noite que se despede preguiçosa com laivos de carmesim e dourado,
 A Lua que boceja cansada e parece desaparecer no seu cantinho,
E o Sol que acorda resplandecente no seu lugar honrado
 
 
 
 
 

 
 

domingo, 30 de dezembro de 2012

Poesia de Luís Da Mota Filipe - DO AMOR, DE AMOR!; BASTOU UM OLHAR

 
Poesia de Luís Da Mota Filipe - DO AMOR, DE AMOR!; BASTOU UM OLHAR
 
 
DO AMOR, DE AMOR!
 
 Qual a escrita universal,
 Em tintas multicores,
 Quando em revista ou jornal,
 Faz esquecer guerras e horrores?
 
Do Amor, de Amor!
 
 Que linguagem mais pura,
 Doce, terna e eficaz,
 Se torna em remédio e cura,
 Num grito de Vida e Paz?
 
Do Amor, de Amor!
 
 
BASTOU UM OLHAR
 
 O Verão corria agitado
 Querendo despedir-se de Julho
 E foi ali mesmo, na minha Cidade
 Naquele mesmo bairro
Naquela mesma rua
 Naquele Bar de sempre
 Em mais uma noite…
 …mas diferente de tantas outras
 Uma noite em que bastou um olhar!
 Os bancos altos e coloridos repetiam-se
 Em perfeita harmonia com os tons do balcão
A luz tremula como dantes
 Reflectia-se nos copos habituais
 Mais uma bebida, mais um amendoim Em mais uma noite…
 …mas diferente de tantas outras
 
 
 
 
 

 

sábado, 1 de dezembro de 2012

Poesia de Luís Da Mota Filipe - O Xaile é Fado; Momentos Primaveris; O Fado é Portugal

 
Poesia de Luís Da Mota Filipe - O Xaile é Fado; Momentos Primaveris; O Fado é Portugal
 
 
O Xaile é Fado
 
 27 Nov. 2012 (1º Aniversário do reconhecimento pela UNESCO do FADO como património da humanidade.
 
O xaile é fado
 Abraçando o povo
 Marca de um passado
 Mesmo em fado novo
 
 A rigor todo franjado
 Fiel ás fadistices
 Quando de renda ou bordado
 é traçado com meiguices
 
Momentos Primaveris
 
 Os momentos primaveris…
 
Ganham vida noutras cores,
 Ficam vivos com mais tons,
 São tempos de mil amores,
 Doce suavidade de sons.
 
 Os momentos primaveris…
 
Fazem florescer paixões,
 Perfumando as nossas vidas,
 E dando luz aos corações,
 São desejadas e queridas.
 
 Os momentos primaveris…
 
O Fado é Portugal
 
 Este cantar lusitano,
 Aqui, agora, sempre, além,
 é partida e chegada,
 O adeus magoado,
 O regresso sonhado,
 São choros, ais, mas também gritos calados,
 São beijos, sorrisos e abraços apertados;
 Esta alma apaixonada,
 é gemido, pecado e passado,
 A mocidade, verdade e saudade,
 é alegria e desilusão,
 O Amor ou a paixão;