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domingo, 14 de julho de 2013

Walderez, Tatuca, Dioguinho e Lampião - Texto de Antônio Carlos Affonso dos Santos - Acas

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Walderez, Tatuca, Dioguinho e Lampião - Texto de Antônio Carlos Affonso dos Santos - Acas  
 
Prefácio de 2010: Este autor, ACAS, está finalizando um artigo (histórico), sobre um bandido (Dioguinho) que nasceu, viveu e morreu no final do século XIX na região da Alta Mogiana, região de influência de Ribeirão Preto. O bandido Dioguinho é um mito; do qual se ouve muitas estórias, depoimentos e causos.
 
Muita coisa pode ser mentira, mas a simples menção do nome do Dioguinho, na região onde atuou, causa sempre comentários; todas, no entanto, atestam sua falta de escrúpulos e o sangue frio com que matava a pedido, de pessoas de posses, que solicitavam (e pagavam) por seus serviços.
 
Este texto, em que mostro um depoimento de uma atriz de cinema e TV, nascida em Ribeirão Preta e muitíssima conhecida e famosa; conta um pouco da história do bandido, que era chamado de «o homem terror».
 
Mesmo ela não tendo conhecido pessoalmente o facínora, conviveu com pessoas que o conheceram ou conheceram estórias a respeito dele. Neste artigo que ora publico, comento trecho do depoimento de Walderez de Barros no livro em epígrafe, que serve como «aperitivo» para o artigo que publicarei no início de 2011.   Nota da Redacção: Este texto que o Acas refere estar a finalizar (em 2010) foi publicado sob o título «Dioguinho, o Homem Terror» no Jornal Raizonline nº 194 de 29 de Outubro de 2012 e pode consultá-lo aqui.  
 
Obra: (Do livro sobre Walderez de Barros – «Vozes e Silêncios», IMESP, 2004, de Rogério Menezes).   A estação de Tatuca, da Companhia Mogiana de Estrada de Ferro, no MUNICIPIO DE JATAI (SP)- atual cidade de LUIS ANTONIO, foi inaugurada em 1911, juntamente com Gironda (estação na qual o ACAS embarcou, aos treze anos de idade, quando foi morar na capital; cidade de São Paulo) e Capão da Cruz.
 
 
 
 

 
 

sábado, 13 de outubro de 2012

Cordéis de Sílvia Mota - O que é Literatura de Cordel? - Poeta e Escritora do Amor e da Paz

 
Cordéis de Sílvia Mota - O que é Literatura de Cordel? - Poeta e Escritora do Amor e da Paz
 
A LITERATURA DE CORDEL é poesia popular impressa em folhetos e vendida em feiras ou praças. Cultivada no Brasil até os dias atuais, origina-se em Portugal, onde por volta do séc. XVII popularizaram-se as folhas volantes (ou folhas soltas) que eram vendidas por cegos nas feiras, ruas, praças ou em romarias, presas a um cordel ou barbante, para facilitar suas exposição aos interessados. Nessas folhas de impressão rudimentar, registavam-se fatos históricos, poesia, cenas de teatro, anedotas ou novelas tradicionais, textos que eram memorizados e cantados pelos cegos que os vendiam.
 
QUADRA
 
Estrofe de quatro versos. A quadra iniciou o cordel, mas hoje não é mais utilizada pelos cordelistas. Porém as estrofes de quatro versos ainda são muito utilizadas em outros estilos de poesia sertaneja, como a matuta, a caipira, a embolada, entre outros. A quadra é mais usada com sete sílabas. Obrigatoriamente tem que haver rima em dois versos (linhas). Cada poeta tem seu estilo. Um usa rimar a segunda com a quarta. Outro prefere rimar todas as linhas, alternando ou saltando. Pode ser a primeira com a terceira e a segunda com a quarta, ou a primeira com a quarta e a segunda com a terceira.
 
SEXTILHA
 
Estrofe ou estância de seis versos. Estrofe de seis versos de sete sílabas, com o segundo, o quarto e o sexto rimados; verso de seis pés, colcheia, repente. Estilo muito usado nas cantorias, onde os cantadores fazem alusão a qualquer tema ou evento e usando o ritmo de baião.
 
SEPTILHA
 
Estrofe (rara) de sete versos; setena (de sete em sete). Na septilha ele usa o estilo de rimar a segunda linha com a quarta e a sétima e a quinta com a sexta, deixando livres a primeira e a terceira.